Vagueando pelos ruas esburacadas e com espinhos nas mãos eu vou adiante,
e eu vou, meio que sem rumo, com a visão embaçada e com o coração fechado
nem familia, nem amigos...
ela é só, sozinha...
sem ninguem para lhe dar guarita, ela se foi em meio ao nada, quis experimentar a vida, iludiu-se...
errou, e quem não o fez?
zombou, e que não o fará?
chorou, e quem negará?
Ela é LorHena, a doce ex donzela dos poemas...
deixou sua inocencia e perseverança lá atrás, seus pais não a querem, pois tem o coração fechado, e quem sabe quando ela vai abrir de novo?
Se não amas a quem te deu a vida, a quem irás amar além dela?
questões intrigantes, que não a deixarão dormir...
mas ela vai dormir , dormir só...
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