qualquer coisa que escreva torna-se inútil se eu não tiver forças para agir.
eu estou grandiosamente apaixonada e isso me assusta seriamente.
assusta-me pelo fato de estar ansiosa demais, acelerando tudo.
e não conseguindo interpretar sinais;
estou abobada e relapsa.
pode parecer um grande rodeio qualquer coisa relacionada aos sentimentos,
mas a vida não é isso? sentir, vivenciar, experimentar?
de que mais servimos?
nossa vida anda tão racionalizada que o simples fato de alguém se despir de todas
as máscaras e romper cercas, limitando o seu máximo contato com toda a
nossa humanidade, nos faz complicar.
eu estou assustada por estar assustada com o que eu sinto por ela.
no momento, acredito com todas as minhas forças no que sinto.
talvez seja por isso que ainda mantenho0me de pé, por ainda ter algo em acreditar, além de mim mesma,
isso é incrivelmente esplendido.
eu estou fazendo meu máximo, é dificil silenciar por tanto e produzir coisas longas;
mas vai melhorar, tudo vai melhorar, nós vamos ficar bem.
sugiro ouvir "Many of horror" de Biffy Clyro
Reflexão
...
domingo, 4 de dezembro de 2016
RISE
ressurgir.
de forma descarada e aberta estive presa ao sedentarismo, presa à inércia da escrita.
felizmente, existem momentos de minha vida que necessitam de transcrição minuciosa, mesmo que eu tenha uma ótima memória, certos detalhes fogem com o passar dos anos e definitivamente não quero deixar escapar mais nada.
acredito fielmente na escrita sobre o sentir. talvez pela grande dificuldade que tive durante a vida em dizer o que habita nas entranhas de minha alma. sim, apesar do que digo e apresento, eu tenho alma. tenho fé. esperança. atualmente são itens de decoração, para alguns; utopia, para outros; meios de marketing pessoal e formas de ganhar likes. a fé que habita em mim vai além da necessidade de auxilio espiritual, de acreditar em várias ou em apenas uma entidade que rege as leis do mundo. a fé que me possui, que me dá forças diárias, é aquele que tenho em mim e em você, quem quer que seja você; a fé de crer na possibilidade de expansão e que tudo, absolutamente tudo, é real. sentimentos são reais. acredito no que sinto. e acredito em você.
durante algum tempo imaginei que seria extremamente impertinente te explicar sobre as coisas que sei e pedir que você também me dissesse sobre tudo o que impera nos teus pensamentos. eu sou extremamente curiosa e deveras insegura, me perdoa por ser uma uma mistura ineficaz e por vezes não dar tudo de mim quando é possível. estive perdendo a fé no que sou, nas coisas que posso fazer, eu não acreditava que podia fazer qualquer um nesse mundo feliz. mas ontem, quando tocou "what's up?"* eu mal pude me conter, devido à extrema importância que essa canção tem para mim. nem nos meus mais loucos devaneios poderia ter imaginado aquele momento: a contemplação embaçada de você com o melhor som para os meus ouvidos. eu vacilei e pude enfim sorrir de forma abobalhada. e foi por você.
eu realmente entendo muito pouco dessa vida, talvez seja por isso que sofro tanto, mas, do fundo do meu coração, eu entendo você. pacientemente aprendo sobre você sempre que possível. querer estar com você sem parecer enfadonha mas ficar nervosa demais por ter sentido a tua falta por tanto tempo longe é algo bem típico. não posso te pedir desculpas por isso, mas vou tentar de novo.
eu espero que você entenda, assim como eu. ou pelo menos tente. e eu peço que não haja mais intervalos seculares entre as despedidas. esse pedido eu faço diretamente ao universo. como peço todos os dias algum sinal de vida teu. pois não consigo interpretar as tuas oscilações propositais.
talvez devamos parar de buscar desvios e encarar de frente o que temos. usufruir de forma plena e incansável da nossa vasta conexão. nossos átomos necessitam-se.
e sendo um pouco mais impertinente, ainda sou tua. sempre fui.
e sobre as nossas minucias, eu só pediria que o tempo parasse todas as vezes em que elas ocorrem. engano. ele sempre para.
solicite mais de mim. textualmente. verbalmente. da forma que você quiser.
sugestão: leia ouvindo "anyone else but you" The Moldy Peaches
de forma descarada e aberta estive presa ao sedentarismo, presa à inércia da escrita.
felizmente, existem momentos de minha vida que necessitam de transcrição minuciosa, mesmo que eu tenha uma ótima memória, certos detalhes fogem com o passar dos anos e definitivamente não quero deixar escapar mais nada.
acredito fielmente na escrita sobre o sentir. talvez pela grande dificuldade que tive durante a vida em dizer o que habita nas entranhas de minha alma. sim, apesar do que digo e apresento, eu tenho alma. tenho fé. esperança. atualmente são itens de decoração, para alguns; utopia, para outros; meios de marketing pessoal e formas de ganhar likes. a fé que habita em mim vai além da necessidade de auxilio espiritual, de acreditar em várias ou em apenas uma entidade que rege as leis do mundo. a fé que me possui, que me dá forças diárias, é aquele que tenho em mim e em você, quem quer que seja você; a fé de crer na possibilidade de expansão e que tudo, absolutamente tudo, é real. sentimentos são reais. acredito no que sinto. e acredito em você.
durante algum tempo imaginei que seria extremamente impertinente te explicar sobre as coisas que sei e pedir que você também me dissesse sobre tudo o que impera nos teus pensamentos. eu sou extremamente curiosa e deveras insegura, me perdoa por ser uma uma mistura ineficaz e por vezes não dar tudo de mim quando é possível. estive perdendo a fé no que sou, nas coisas que posso fazer, eu não acreditava que podia fazer qualquer um nesse mundo feliz. mas ontem, quando tocou "what's up?"* eu mal pude me conter, devido à extrema importância que essa canção tem para mim. nem nos meus mais loucos devaneios poderia ter imaginado aquele momento: a contemplação embaçada de você com o melhor som para os meus ouvidos. eu vacilei e pude enfim sorrir de forma abobalhada. e foi por você.
eu realmente entendo muito pouco dessa vida, talvez seja por isso que sofro tanto, mas, do fundo do meu coração, eu entendo você. pacientemente aprendo sobre você sempre que possível. querer estar com você sem parecer enfadonha mas ficar nervosa demais por ter sentido a tua falta por tanto tempo longe é algo bem típico. não posso te pedir desculpas por isso, mas vou tentar de novo.
eu espero que você entenda, assim como eu. ou pelo menos tente. e eu peço que não haja mais intervalos seculares entre as despedidas. esse pedido eu faço diretamente ao universo. como peço todos os dias algum sinal de vida teu. pois não consigo interpretar as tuas oscilações propositais.
talvez devamos parar de buscar desvios e encarar de frente o que temos. usufruir de forma plena e incansável da nossa vasta conexão. nossos átomos necessitam-se.
e sendo um pouco mais impertinente, ainda sou tua. sempre fui.
e sobre as nossas minucias, eu só pediria que o tempo parasse todas as vezes em que elas ocorrem. engano. ele sempre para.
solicite mais de mim. textualmente. verbalmente. da forma que você quiser.
sugestão: leia ouvindo "anyone else but you" The Moldy Peaches
segunda-feira, 18 de julho de 2016
O SILÊNCIO DOS OLHOS
meus olhos te seguem, mesmo na tua ausência.
tudo anda um tanto estranho; seja a falta de leveza no ar que respiro, nas ruas que tropeço ou nas batidas inconsequentes do meu coração.
a sutileza nunca foi meu forte, a praticidade sempre me atraiu muito mais. a vida estava tão mais fácil diante dessa praticidade semeada em meu ser. tudo era bem simples: acordar, cuspir, trabalhar, comer, foder e dormir.
tudo indo bem, fácil, sossegado, sem olhos vermelhos.
você apareceu para desestruturar essas edificações falsamente firmes, mesmo sem intencionalidade. sem seu consentimento te deixei entrar e passei a te seguir com olhos. tudo estava planejado em minha mente: nos amaríamos e o final seria bem clássico, felizes para sempre. ah! esse meu mundo repleto de expectativas que nunca se findam.
as mesmas expectativas que fazem a minha mente colapsar diante do exagero. expectativas que me iludem sobre essa vontade louca de você querer ficar perto de mim e também sobre o desespero de eu te ter em minha vida inteira...
as mesmas expectativas que fazem a minha mente colapsar diante do exagero. expectativas que me iludem sobre essa vontade louca de você querer ficar perto de mim e também sobre o desespero de eu te ter em minha vida inteira...
O SILÊNCIO DOS OLHOS
meus olhos te seguem, mesmo na tua ausência.
tudo anda um tanto estranho; seja a falta de leveza no ar que respiro, nas ruas que tropeço ou nas batidas inconsequentes do meu coração.
a sutileza nunca foi meu forte, a praticidade sempre me atraiu muito mais. a vida estava tão mais fácil diante dessa praticidade semeada em meu ser. tudo era bem simples: acordar, cuspir, trabalhar, comer, foder e dormir.
tudo indo bem, fácil, sossegado, sem olhos vermelhos.
você apareceu para desestruturar essas edificações falsamente firmes, mesmo sem intencionalidade. sem seu consentimento te deixei entrar e passei a te seguir com olhos. tudo estava planejado em minha mente: nos amaríamos e o final seria bem clássico, felizes para sempre. ah! esse meu mundo repleto de expectativas que nunca se findam.
as mesmas expectativas que fazem a minha mente colapsar diante do exagero. expectativas que me iludem sobre essa vontade louca de você querer ficar perto de mim e também sobre o desespero de eu te ter em minha vida inteira...
as mesmas expectativas que fazem a minha mente colapsar diante do exagero. expectativas que me iludem sobre essa vontade louca de você querer ficar perto de mim e também sobre o desespero de eu te ter em minha vida inteira...
domingo, 24 de abril de 2016
adeus
adeus! é tudo o que quero dizer a você, adeus!
adeus às conversas, a importância que você me deu nessa vida, mesmo tendo sido tão pouco tempo.
adeus aos teus olhos que já não me esperam no portão.
adeus às tuas súplicas para que eu fosse mais feliz.
adeus, oh Deus, como isso doi, aos meus planos com você.
eu sou uma fraca, que não sabe receber amor.
adeus, meu amor, adeus.
seja feliz na sua vida!
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