“E outra noite que se vai, e eu não tô correndo atrás…”
Talvez esse trecho expresse os meus últimos movimentos em relação ao meu amorzinho…
O distanciamento. Eu nunca fui a mais esperta da história, de qualquer história que tenha vivido, mas sempre busquei o melhor de nós, mesmo que na maioria do tempo eu não demonstre. Eu sou assim: amo calada, mas amo com todas as minhas forças e se me pedir (mesmo no silêncio)para te deixar, eu o farei! Mas o que sempre me corrói é o distanciamento, talvez a pior parte de tudo. Ficar longe é martirizante, sufocante. Não escutar, nem com a ajuda do vento mais leve, um decibel da sua voz, é torturante, agonizante.
O entendimento. Compreensão, sempre ofereço isso, acho que é medo de perder ou simplesmente a vontade de entender os motivos para que tudo aconteça. O entendimento para mim é bom, mesmo que eu, às vezes, não possua a maior de todas as paciências para entender tudo o que acontece ao meu redor, eu sempre me apoio na idéia de ter que entender, mesmo que não o façam por mim.
A evolução. Me acompanha sempre. Seja evolução mental, sentimental, espiritual, é necessário para possuir o entendimento.
Não sei mais o que escrever. Quis tentar escrever alguma coisa sobre dor, solidão, angustia, amores, não consigo mais. As idéias acima predominam minha mente, eu poderia continuar a escrever sobre isso por horas e horas…
Mas não é isso que preciso te falar… Eu preciso te falar… Eu preciso te falar de novo…
Deixa pra lá…
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