O silêncio de um espaço que necessita disso me proporciona instantes repletos de calma,
Ouço, raramente, rabiscos indesejados, sussurros proferidos como sinônimo do cansaço;
De quando em vez escuto uma música, deve ser só imaginação,
Mas sempre escuto o ‘tec-tec’ do meu computador,
Máquinas toscas, mas necessárias.
Frieza minha, deve ser culpa do clima,
Ou deve ser culpa minha,
Modo errado de expressar os sentimentos reais.
Procuro sinais seus,
Procuro despertar a atenção através de um olhar,
Um olhar escondido por vidros desnecessários,
Cliques, suspiros, olhares, eu e você,
E de repente o pensamento trava e eu dou Tilt outra vez...
Publicado em 25 de março de 2010 por lorhenaalves
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